¿dequejeito?

Discussões sobre o mesmo tema

quinta-feira, 12 de maio de 2005

– Só peço que essa entrevista não demore. Tenho um compromisso.
– (…)
– Bom. Pode começar.
– (…)
– Senhor? Pode começar a entrevista.
– (…)
– Senhor.
– Oi?
– Olá. Tudo bem?
– Tudo ótimo e com você?
– Desculpa, mas e a entrevista?
– Que entrevista?
– A que o senhor iria fazer comigo.
– Deve estar havendo um engano. Eu sou sorveteiro.
– Sorveteiro?
– Sim.
– Hum… Tem de creme?

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A saga continua

quarta-feira, 11 de maio de 2005

“Ronaldo e Cicarelli anunciam o fim do casamento” tem 13 letras.

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quarta-feira, 11 de maio de 2005

ZAGALLO MORREU tambem tem 13 letras \o/

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Coluninha de Cineminha

quarta-feira, 11 de maio de 2005

Apesar de não ter o Tom Cruise no elenco, esse filme foi a surpresa do ano na sala da minha casa. Coisa fina.

DodgeBall - Com a bola toda
Ben Stiller é dono de uma mega academia de ginástica que compra a Academia do Joe (uma pequena academia falida das imediações). O pessoal do Joe é super-unido e feio e agora precisa de 50 mil dolares para pagar as contas e ficar com a Academia. Então o pessoal da Academia do Joe monta um time de Caçador (queimada) e vai disputar o Campeonato Mundial de Caçador, que é exibido pela ESPN 8. Para chegar na fase final do evento os caras tem que passar por times fodões como uma patrulha formada de escoteiras em idade de crescimento (A Academia do Joe perde o jogo para as escoteiras mirins, mas a Liga de Caçador descobre que uma das pequenas atletas estava usando anabolizantes. E por isso elas são desclassificadas).

Treinados pela lenda viva do Caçador “Patches O’Houlihan”, que morre esmagado por um letreiro no meio do filme, o time de Petter (dono da Academia do Joe) chega até a final do Campeonato, onde disputa o título com a equipe dos Cobras, formada pela Academia do Ben Stiller.

Petter, sem a ajuda do treinador, vê a derrota chegando e aceita um suborno do Ben Stiller para vender a Academia do Joe independente do resultado do jogo final. Mas o Petter é esperto e aposta os 100 mil de suborno no seu próprio time, que ganha o campeonato e transforma o prêmio de 50 mil em 5 milhões de dólares. Então a Academia do Joe compra os direitos da Academia do Ben Stiller e o Petter vira o maior jogador de Caçador do mundo.

Observação: Patches O’Houlihan, enquanto vivo, tem um estilo de treinamento muito foda. Pra ensinar seus jogadores a desviar das bolas, o cara joga chaves de roda na cabeça dos jogadores. Eu quero escrever roteiros assim, Jesus.

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Última Conversa

terça-feira, 10 de maio de 2005

– Você vai ficar puto se eu te perguntar se você ficaria puto se a gente ficasse só amigos?
– Não.
– Você ficaria pucto se a gente ficasse só amigos?
– Sim.

Dois meses antes…

– Putaqueopariu. Fodeu.
– O que foi, garoto?
– A gente ta namorando.
– E isso lá é maneira de falar?
– Um dia vou contar pros nossos filhos como foi.
– Nem pensar que você vai falar “putaqueopariu fodeu” pra eles.
– Tá bom. Eu invento uma história bonita.

Dois meses antes…

– Ôh, Chico. Olha só.
– Fala, moskito.
– Apareceu uma mina no meu msn querendo me dar.

Dois minutos antes…

– Garoto, você é instigante, sabia?
– Não sei o significado da palavra “instigante”.
– É uma coisa que dá vontade de continuar.
– Ah sim.
– Mas não vá pensando que eu quero dar pra você.
– Pô. Lógico que não pensei nisso.

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Discussões sobre o mesmo tema

segunda-feira, 9 de maio de 2005

– Amigo. Completa de gasolina.
– Como?
– Gasolina. pode encher.
– Desculpe, senhor. Não entendi.
– Gasolina, rapaz. É um tipo de combustivel.
– Mas senhor. Aqui é uma sorveteria.
– Sorveteria?
– Sim.
– Hum.. Tem de creme?

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Coluninha de cineminha

domingo, 8 de maio de 2005

Até que enfim, aluguei um filme do Tom Cruise novamente. Dessa vez foi o Collateral. Adivinhem só o que o Tom faz de melhor durante o filme?

Collateral
Tom Cruise corre. E como corre esse puto. Mais do que qualquer outro ator do mundo. Mas o filme não é só sobre corridas. Bom, na verdade é. São corridas de táxi. O Ray (aquele que ganhou o Oscar) é um motorista de táxi que usa um papo marcado e certeiro pra comer as passageiras. Até aí tudo bem. O filme seria maravilhoso se passasse suas duas horas mostrando o Ray pegando passageiros e contando histórias. Mas os produtores e roteirirstas acharam legal se o Tom Cruise aparecesse e começasse a matar pessoas pela cidade.

Então o Tom pega o táxi e pede pro Ray levar ele até um local. O Ray leva, achando que vai faturar uma boa grana, ou quem sabe até comer o Tom Cruise. Nada mal para uma noite de trabalho, convenhamos. Mas o que o Ray não sabe é que o Tom é um assassino contratado que tem que matar cinco testemunhas durante a noite e o Ray foi o negão mané (eu sou negão então posso usar essa expressão sem ser processado) escolhido para levar o Tom de local em local para matar as pessoas.

Tudo muito bonito e uma amizade até se cria entre motorista e passageiro. Mas o Ray descobre que a última vítima do Tom é uma moça que ele tá afim de comer. Então o Ray decide ajudar a moça. Escapa do Tom e vai até o prédio dela para dar uma de herói e salvar a donzela. Quando o Ray chega no prédio o Tom está prestes a matar a moça, então o Ray dá um tiro na orelha do Tom. Os mocinhos fogem do Tom e uma mediocre e chata perseguição no metrô acontece. E o Tom acaba morrendo sentadinho no banco de um vagão vazio por causa do tiro que levou na orelha. Nada muito anormal, se você mora na ZL de São Paulo e não é um skinhead.
Nota: Trocaria o filme por um sorvete seco. Sem pestanejar.

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Diálogos com o baixista da minha banda

quinta-feira, 5 de maio de 2005

churrasko diz:
Mas aquela escala do inicio, eu tirei, mas não sei se vou fazer… É rápido e eu não sei se eu venço no tempo.

miskoto diz:
Porra… Ninguem faz aquilo em Born to be Wild.

churrasko diz:
Como não?

miskoto diz:
Na guitarra eu sempre faço de qualquer jeito. Tipo.. Born to be Wild é a hora que os deuses do rock abençoam a banda.. Então pode errar a vontade que tudo da certo.

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De: Gabriel Para: Equipe Malhação

quinta-feira, 5 de maio de 2005

Olá
Antes de mais nada gostaria de esclarecer que eu não sou um daqueles fãs psicopatas da Malhação. Pelo contrário, sempre gostei de meter o pau na novelinha.

Assisti as primeira temporadas, na época da academia. E achava muito legal. Mas depois a coisa foi ficando cada vez mais estranha. Todos os anos era a mesma coisa. Um casal tentando se unir durante a temporada toda pra no final ficar junto e se mandar pra algum lugar distante.

Por isso Malhação, para mim, virou uma idiotice grandiosa. Porém perdi um emprego e consegui outro que me dá a possibilidade de ver televisão. Comecei a assistir Malhação novamente em 2004 e não gostava do que via. Assistia mas achava algumas coisas da trama bem idiotas.

Só que em 2005 as coisas mudaram.
No começo tavam lentas, algumas interpretações eram ruins. Mas devo confessar que, apesar de ser uma pessoa esclarecida (que não paga pau pra Mlahação), senti uma nostalgia tremenda ao assistir o personagem Urubu dando uns catos na Betina. Parecia coisa das antigas, quando o Ericles se declarou pra menina amada dele na 1ª temporada. Senti a mesma emoção, como se eu fosse um pré-adolescente.

O personagem do Marco Antônio Gimenez (Urubu) é praticamente o Mocotó do século 21. Ele pode ser muito bem o futuro Cabeção da novela. Um dos melhores personagens que “só faz merda” de todos os tempos, ao lado do próprio Cabeção, Mocotó, Vudu e, quem sabe, o Bruno de Luca (na fase em que ele era criança).

Bom, pra terminar, gostaria de parabenizar os roteiristas, que neste ano resolveram pensar um pouco na vida real ao escrever as cenas.
E vejam bem, sou uma pessoa esclarecida.
Abraço,

Gabriel Von Doscht

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A Tomografia

quarta-feira, 4 de maio de 2005

Desde 2001, quando eu entrei na faculdade, a minha turma marca um joguinho de futebol pra alegrar a garotada. Mas como designer é tudo puto, nínguem se prestava a agilizar a coisa. Até o dia 14 de abril de 2005.

O pessoal até vazou mais cedo da aula para poder passar em casa e trocar de roupa, comer alguma coisa e se preparar para o grande jogo. O grande duelo. Algo jamais antes visto. O jogo de futebol entre a equipe dos Web Designers e a equipe dos Designers Gráficos.

Os web designers concentraram bem antes do jogo e chegaram cedo no ginásio, devidamente alucinados com o poder de alucinógenos. Os designers gráficos são seres mais caretas e apenas chegaram, sem grandes entradas.


WebDezaimers - O time dos sonhos

Os web designers sabiam que o time dos gráficos era infinitamente superior. Então a estratégia de jogo era dar bico pra frente e tentar fazer gol nas sobras de bola. Mas ninguém contava com a tragédia que estava por acontecer.

Aos 3 minutos de jogo eu vi, numa bola roubada, a possibilidade de subir ao ataque. Apenas esqueci que concentrações antes do jogo causam sequelas e as sequelas podem causar tombos bestas. Perdi o equilibrio numa disputa com o goleiro e bati a cabeça na parede (que logo mais tarde foi batizada com meu nome).

Só lembro do juiz do jogo, que era o coordenador do curso de design, me perguntando se tava tudo bem. Eu disse: “Óbvio, vamô continuar com essa porra de jogo”. E tudo ficou escuro. Tipo um alpha de 0 a 100.

Acordei 22 horas depois, numa cama de hospital, rodeado de pessoas apavoradas. Fiquei até sabendo que chegaram a rezar uma missa pra mim na faculdade.

Bom, se uma lição foi tirada disso tudo e eu posso dar um conselho, o meu conselho é: Você até pode jogar futebol chapado, mas nunca use óculos escuros.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo que tinha para se dedicar ao seu verdadeiro dom: os fantoches.
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Parangolés

Tudo que faz a web 2.0 ser a bosta que é.