Coluninha de cineminha
domingo, 8 de maio de 2005Até que enfim, aluguei um filme do Tom Cruise novamente. Dessa vez foi o Collateral. Adivinhem só o que o Tom faz de melhor durante o filme?
Collateral
Tom Cruise corre. E como corre esse puto. Mais do que qualquer outro ator do mundo. Mas o filme não é só sobre corridas. Bom, na verdade é. São corridas de táxi. O Ray (aquele que ganhou o Oscar) é um motorista de táxi que usa um papo marcado e certeiro pra comer as passageiras. Até aí tudo bem. O filme seria maravilhoso se passasse suas duas horas mostrando o Ray pegando passageiros e contando histórias. Mas os produtores e roteirirstas acharam legal se o Tom Cruise aparecesse e começasse a matar pessoas pela cidade.
Então o Tom pega o táxi e pede pro Ray levar ele até um local. O Ray leva, achando que vai faturar uma boa grana, ou quem sabe até comer o Tom Cruise. Nada mal para uma noite de trabalho, convenhamos. Mas o que o Ray não sabe é que o Tom é um assassino contratado que tem que matar cinco testemunhas durante a noite e o Ray foi o negão mané (eu sou negão então posso usar essa expressão sem ser processado) escolhido para levar o Tom de local em local para matar as pessoas.
Tudo muito bonito e uma amizade até se cria entre motorista e passageiro. Mas o Ray descobre que a última vítima do Tom é uma moça que ele tá afim de comer. Então o Ray decide ajudar a moça. Escapa do Tom e vai até o prédio dela para dar uma de herói e salvar a donzela. Quando o Ray chega no prédio o Tom está prestes a matar a moça, então o Ray dá um tiro na orelha do Tom. Os mocinhos fogem do Tom e uma mediocre e chata perseguição no metrô acontece. E o Tom acaba morrendo sentadinho no banco de um vagão vazio por causa do tiro que levou na orelha. Nada muito anormal, se você mora na ZL de São Paulo e não é um skinhead.
Nota: Trocaria o filme por um sorvete seco. Sem pestanejar.