Cristo e o Cálice Sagrado.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2005Tive outros sonhos daqueles tenebrosos em que eu não consigo captar a mensagem que o meu subconsciente quer me passar. É o segundo sonho do mesmo estilo na mesma semana. Preocupante.
Dessa vez eu tava num parque de diversões, brincando naquelas paradas em formato de xícara que deixam tonto. Bom, eu tava girando, girando, girando até que a xícara começou cada vez mais a girar mais rápido e sem sentido. Eu tava muito apavorado e me segurei firme. A xícara girou tão rápido que saiu do seu eixo, os parafusos e soltaram e ela saiu voando para o céu.
Eu tava alto no céu, dentro da xícara. Então no meu lado surgiu o Inri Cristo e começoua falar com aquele sotaque engraçado dele umas coisas que não davam para entender. E a xícara no céu, voando e girando e eu com muito medo. E o Inri Cristo no meu lado fazendo sinais de mão e dizendo palavras com sons estranhos.
Então a xícara começou a sofrer a ação da gravidade e descer, rumo ao chão. E eu cada vez com mais medo, olhando para o chão que se aproximava cada vez mais rápido. Quando o chão estava muito próximo eu olhei pro lado para pedir ajuda ao Inri Cristo. Nesse momento Inri Cristo desaparece como naqueles filmes trashs com efeitos classe B de câmera. No lugar de Inri aparece ele: Ronnie Von.
Ronnie Von, muito calmo, colocou a mão no meu ombro e disse:
“Enfim, em todo lugar uma canção a de ressoar anunciando na voz dos sinos que somos quase deuses divinos, que somos ternos e eternos, que somos Romeus e Julietas e que por séculos e planetas, sempre existiremos.”
E Depois desapareceu, tal qual o Inri Cristo, numa nuvem dourada de fumaça (tipo gelo seco) sem nem dar um tchauzinho mais amigável. Depois, ainda sem entender o porque de Ronnie Von aparecer para me dizer tais coisas, olhei para baixo e a xícara estava a poucos metros do chão.
No momento em que iria me estabacar no sólido chão do parque, acordei com meu próprio grito, que ecoou na casa inteira: Inriiiii… E voltei a dormir, sem entender nada, apavorado.
Alguém desvenda esse?