Quando eu crescer
terça-feira, 9 de novembro de 2004Vou querer ser roteirista da Malhação.
Eu acho a coisa mais normal do mundo priorizar normalidades do cotidiano meio a trama da novelinha. Exemplo: Em certa época todo mundo tinha pai separado, outra vez todos os personagens perderam o cabaço, ainda num passado remoto toda menina tinha medo de ficar grávida.
Então isso acabou. Os roteiristas não fazem mais essas normalidades tão típicas no mundo real. Optaram por histórias paralelas, como por exemplo a criação de uma banda. Bola fora no nome da dita: Vagabanda.
O que é Vagabanda? O idiota que inventou esse nome recebe salário da Globo pra ficar criando essas merdas? “Ai gente a banda vai se chamar Vagabanda, pescou? pescou?”
E agora o Catraca vai sair da Vagabanda.
Por que não aproveitam e mandam ele embora da Globo? Não que ser filho da Ciça Guimarães contribua na carreira de ator dele, mas ver aquela coisa tentando interpretar é apavorante. O papel é de baterista de uma banda chamada Vagabanda, pronto. Não precisa fazer nada, não precisa falar nada. Não precisa nem se mexer. É um baterista, pô. É o papel mais fácil da história da TV e mesmo assim o cara não leva jeito pra coisa.
Sou a favor de demitir todo mundo e jogar o Cabeção no horário da manhã, no lugar da Xuxa. Apresentando uma espécie de “Cabeção Morning Show”. Não iria ter Kauê nem Jéssica que segurasse a audiência bomba da Globo. Seria do capeta.
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