¿dequejeito?

sexta-feira, 15 de outubro de 2004

Como já era previsto o mBlog (ferramenta baseada no Movable Type para publicação de textos) agora está cobrando para que seus usuários possam postar. E é claro que ninguém é tão burro e idiota a ponto de desembolsar dinheiro para ter um blog.

Acontece que o pessoal tá todo pulando fora e vários blogs bons estão fechando e tendo que abrir em outra vizinhança sem direito ao menos de recuperar os textos antigos que permanecem trancados no mBlog.

Até agora só recebi notícia do Daniel Lima que voltou ao blogspot com um blog novo de nome feio: honky bach .

Pelo menos uma pá de blog ruim ta indo a puta que o pariu junto.
Há males que vêm parabéns.

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Una cucharada sopera y solamente la alegria

quinta-feira, 14 de outubro de 2004

Como havia prometido e para não passar por mentiroso aqui neste recinto no qual só falo a verdade sempre, estou postando a capa e dados do livro Las Plantas Alucinógenas seguido de uma receita que consta no próprio.

Las Plantas Alucinógenas
Editorial PaidoTribo
Luis Otero Aira
ISBN: 84-8019-316-6

Yerba Mate -Ilex paraguayensis
Este pequeño arbusto es ampliamente cultivado en Brasil, Argentina y Paraguay, gracias a las virtudes de sus hojas.

Uso: Se separa en infusion, dejando hervir 3 minutos una cucharada sopera, si se desea flojo, y 50 gr de yerba mate (unas 15 cucharadas), para una infusión potente.

Efectos: Estimulante de potencia intermediaria entre la cafeina y la cocaína, pero menos fuerte que la efedrina.

Peligros: El consumo abusivo diario produce insomnio, agitación, temblores, angustia, nauseas, vómitos y gastritis. Los efectos son parecidos a los que causa la cocaína. La suspencion del empleo crónico de mate produce resaca depresiva que puede durar hasta una semana entera.

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Medos

quarta-feira, 13 de outubro de 2004

Eu tô há uns 5 dias querendo falar desse assunto mas não consigo passar pra tela o que tenho em mente. Bom, resumindo, eu tenho muito medo do comercial da nova boneca da Debora Secco.
A boneca deve ter um metro e meio e faz coisas automaticas para agradar a criançada consumidora, tipo falar meia dúzia de frases, caminhar e depilar as pernocas de plástico. Coisas que a Debora Secco real também faz. Puro realismo do pessoal da Cotiplas.

Mas o assustador mesmo não é a boneca em si mas sim o comercial na televisão. Mostra a Debora secco e algumas crianças brincando com a boneca. Tudo muito comum e bonito para uma propaganda de brinquedo. Mas então chega o desfecho da parada e o pavor toma conta da tela.

O jingle acaba e a Debora Secco abraça a boneca e dá um sorriso pra camera. Só que o diretor do comercial não diz o “corta” e a gravação fica rodando por intermináveis sete segundos. Sete segundos em que Debora Secco fica estática, com um sorriso muito feio, olhando de canto para os lados para ver se alguém vai falar “fim”. Mas ninguém fala e ela fica lá, naquela posição, com caimbra na boca e o sorriso mais artificial e terrível do mundo rolando jóia na tela.
Assustador.

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Dia das Crianças

segunda-feira, 11 de outubro de 2004

Pedi um livro de Animação em Flash, pra estudar um pouco, e ganhei uma camiseta do Internacional Futebol Clube Sport Club Internacional. Fera!

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Resenhas da Semana

segunda-feira, 11 de outubro de 2004

Irei contar aqui a história completa (inclusive o final) dos filmes que eu assisti neste fim de semana muito louco de verão.

Quero ficar com Polly
Bom, o personagem do Ben Stiller é traído pela mulher no primeiro dia da lua de mel, e fica todo zoado. Mas então ele encontra a Polly, uma ex-colega de escola que trabalha de garçonete e tem uma vida bem jóinha. O Ben é um daqueles caras todo organizado e até arruma a cama quando acorda. Polly é descontrolada e não consegue marcar compromissos, além de ter um furão cego que se bate em tudo que existe pela casa.
Apesar da diferença monstruosa os dois começam um relacionamento bonito, saudável e sexualmente ativo. Era o sonho de qualquer sexólogo paulista. Até que um dia Lisa, a esposa traidora, volta e quer que o Ben fique com ela. Então fode tudo. Ben e Polly brigam e Polly decide ir embora. Mas Ben corre atrás dela e consegue fazer ela mudar de idéia, comendo alguns amendoins sujos do chão. Os dois ficam juntos e vão passar as férias numa praia bonitinha.
Cotação: Sessão da Tarde sem passagem pela Tela Quente.

Adaptação
Nem fodendo que eu vou contar a história de Adaptação. Por dois motivos: É muito complicado e porque eu não gosto de contar sobre filmes que eu realmente gosto e acho que você, nobre leitor, deve urgentemente assistir.
Mas antes assista “Quero ser John Malkovich”, pois “Adaptação” conta a história do Charlie Kaufman (roteirista do John Malkovich) e do seu irmão Donald Kaufman, que se metem numa história complexa enquanto tentam escrever um roteiro para um filme sobre Orquídeas. Nicolas Cage prova que não sofreu grandes abalos coma morte de Meg Ryan no Cidade dos Anjos e faz uma atuação fodônica em Adaptação, interpretando dois personagens. Salário duplo pra ele.
Aliás, é o melhor filme sobre Orquídeas que eu já vi na minha vida.
Cotação: Aceito*

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Brasil x Venezuela

sábado, 9 de outubro de 2004

Cena: Ronaldinho invade a área e passa a bola pro Kaká, que ajeita e chuta pra fora, uns 2 metros longe do gol.

Narração do Galvão Bueno: Partiu o fenômeno, fez a finta, invadiu a área, driblou o zagueiro, tocou de lado pra Kaká, ajeitou, chutou, é GOOOOO…

Minha mãe: Não foi pra fora?
Eu: Foi sim. Longe da trave.
Galvão: OOOOOOOOOOOOO…
Minha mãe: Então por que o Galvão Tá gritando gol?
Eu: Não sei não. Ele deve estar louco.
Galvão: OOOOOOOOOOOOO…
Minha mãe: Eu hein. Será que ele vai se tocar do erro?
Eu: Ah! Alguém vai avisar e ele vai se desculpar, lógico.
Galvão: OOOOOOOOOOOOO…
Minha mãe: Hum.
Eu: Hum.
Galvão: OOOOOOOOOOOOO…
Minha mãe: Hum.
Eu: Hum.

Galvão: OOOOOOOOOOOOOLLLLLLL.
E o juiz anulou. O que é isso? Tá anulado o gol do Brasil.

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Alegria Alegria

sexta-feira, 8 de outubro de 2004

“Se você gostar de leite, serei uma vaca pra você. Yeah Yeah Yeah I’ll be a cow for you” Hoje é sexta-feira. Dia do trabalho final da faculdade. Depois é só delícia.

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The Long File

quinta-feira, 7 de outubro de 2004

A simples tarefa de devolver um livro na biblioteca da faculdade é um ato muito curioso. Na fila de devolução, geralemnte formada por umas 73 pessoas, você vê de tudo. Tem neguinho dando em cima das minazinhas, tem os fura filas, os reclamões bravos com a lentidão da coisa toda e os nervosos que ficam batendo o pé ou fazendo algum movimento repetitivo enquanto todos os outros notam.

Estava eu em uma dessas intermináveis filas demoniacas para devolver um livro chamado “Las Plantas Alucinógenas“. Já estava impaciente há quase 20 minutos parado de pé, enquanto que lá na frente uma tiazinha reclamava da taxa de multa por atraso que estavam cobrando dela.

Neste momento recebo um tapinha no ombro, me viro com o meu já conhecido simpático sorriso “não fode” e olho para trás. Era um tiozão, já com seus quarenta e poucos anos, segurando mais ou menos uns 7 livros variados. Como ele havia dado aquele tapinha? pensei.

– Oi? - disse eu, sem querer ouvir a resposta
– Ola, me jovem.
– Eu te conheço?
– Não, creio que não me conhece.
– Eu devia conhecer?
– Não, creio que não.
– Você me conhece?
– Não.
– Deveria?
– Não

Nos olhamos, analisamos a situação. Depois de 30 segundos de total silêncio ele resolveu quebrar o clima de “eu não entendi você” que pairava no ar.

– Sabe - disse o tiozão.
– O que?
– Sua coluna - apontando em direção da minha bunda.
– O que tem minha coluna?
– Eu tava notando que ela está bem torta.
– Torta?
– É. Curvada, diria eu.
– Eu tenho lordose, mas…
– Imaginei.

Eu hein, que cara estranho que chegou. Até parece não achar lugar no corpo em que Deus lhe encarnou. Resolvi virar para frente afim de acompanhar com os olhos à tia lá da frente ainda discutindo com a atendente da biblioteca. Quando sou, novamente, interrompido com um tapinha no ombro. Tentei me virar rápido desta vez para ver se conseguia descobrir como ele estava dando tapinhas em mim sendo que carregava 7 livros em suas mãos. Sem sucesso.

– Sim? - perguntei.
– Eu estava notando que…
– Minha coluna?
– Sim.
– O que tem?
– Lordose, não?
– Sim.
– Eu queria saber se…
– O que?
– Se eu poderia ver.
– Ver o que, porra?
– Sua coluna
– Como assim?
– Queria ver como é a lordose.
– Hein?
– É que eu acho que eu também tenho, então queria comparar.
– Mas..
– Só da uma erguidinha aí na camiseta que eu vejo.

Relutei, pensei que podia se tratar de algum tarado ou gay comedor de criancinhas, mas então cheguei a conclusão de que seria uma boa história para contar pros meus filhos num futuro próximo e ergui um pouco minha camiseta, mostrando minha coluna torta.

– Hum…
– Viu?
– Sim, interessante.
– O que foi?
– É diferente da minha coluna.
– É?
– Você poderia ver minhas costas e dizer se é lordose?
– Hein?
– É, só uma olhadinha rápida.

Novamente pensei na satisfação de meus dois filhos ao ouvir esta história no futuro. Uma cena linda se formou em minha mente: tapete fofinho, chimarrão e duas crianças brincando de Resta Um enquanto eu, empolgado, conto sobre o dia em que o tiozão viu minha lordose. Meus pensamentos familiares foram interrompidos pelo tal tiozão.

– Por favor. Eu preciso tirar essa dúvida.
– Tá bom. Mostra ela aí.
– Não posso.
– Porra. Por que?
– Os livros.
– Ah sim. Quer que eu segure eles?
– Não. faz assim. Você levanta minha camisa e olha.
– Ok.

Levantei a camiseta do tiozão até a metade das costas e dei uma breve e clínica olhadela analítica. As pessoas que estavam na fila já estavam notando todo aquele “homo appeal” no recinto, mas fingiram ignorar.

– Viu? - perguntou o tiozão.
– Sim.
– É lordose?
– É não, senhor.
– Ué, então é o que?
– Não sei, não vejo nada de errado.
– Nossa! Nadica?
– Nadica de nada.
– Nada mesmo?
– Nada.
– Nossa. Que bom. Obrigado.
– De nada.
– Agora vou indo. Já estou atrasado.
– Ok, até mais então.

E lá se foi o tio com seus 7 livros em direção à saída da biblioteca. A mulher lá na frente ainda estava brigando com a atendente. Abri o livro na página 64 e li mais uma vez o capítulo 8: “Como fabricar um chá alucinógeno caseiro usando apenas água, erva mate e orégano”.

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QUE PALHAÇADA!!!! ISSO QUEIMA O FILME..

quarta-feira, 6 de outubro de 2004

Logo no primeiro dia que entrei no orkut criei a comunidade Orkuters Anônimos que tratava dos males do Orkut e da galera viciada. Entre os grandes frequentadores da comunidade tinhamos os reais e celebres Ota (da revista Mad) e Daminhão Experiença dentre outros cotados famosos virtuais que debatiam diariamente temas com relação ao vício que era o Orkut.

Hoje em dia o orkut não é mais vício. O hype já passou e agora só restou gente chata que quer colecionar figurinhas e não entende piadas irônicas.

Ontem num surto de vandalismo troquei o nome da comunidade Orkuters Anônimos para Comunidade Paulo Coelho e gerei uma pequena revolução dentro do recinto virtual. Todo mundo puto, muito indignado, me xingando pra caralho. Então pra equilibrar tudo, peguei a comunidade Paulo Coelho (da qual eu também era criador) e troquei o nome para Comunidade Cartuchos HP Deskjet.

Saldo Oficial: 752 pessoas deslocadas.

Dia 31 deste mês rola a libertação em massa do Orkut. Quem não deletar o cadastro nesta data é mulher do Padre. Mais informações aqui.

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Tempo

quarta-feira, 6 de outubro de 2004

Mão direita com os dedos em riste apontando para o céu, mão esquerda deitadas acima da mão direita. Provas e trabalhos de meio de semestre. Alguns projetinhos pra fazer com urgência.

A bagaça vai ficar desatualizada um tempinho. Assim é bom. Além de dar um tempo pra cabeça, quem sabe a manézada que invadiu o site com seus comentários engraçadinhos vai embora. E só pra constar: chutei vários visitantes do acesso aos comentários. Agora é assim. Xingou, me chamou de feio, fez piadinha não solicitada, tá banido por alguns dias.
Isso se chama ditadura respeito.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo que tinha para se dedicar ao seu verdadeiro dom: os fantoches.