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segunda-feira, 1 de março de 2004Deóscar gols tiu
O “Trófeu Mão Santa” (apelido carinhoso dado ao Oscar no meio cinematográfico) deveria ir para a Babi e sua linda aparição e participação no camarote vazio da Brahma e ao excelente controlador de aúdio do SBT por ter conseguido, em certos momentos, deixar o som da transmissão americana, do tradutor brasileiro, do Rubens Ewald Filho e do fundo musical juntos, tudo ao mesmo tempo.
Tudo muito pomposo e astuto.
Mas cadê o Décio Piccinini? Porque ele não apareceu como jurado?