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quinta-feira, 11 de dezembro de 2003Fim de ano
Chegada essa época, eu começo a lembrar do que aconteceu.
Em fevereiro deste ano fui munido de minha mochila, até São Paulo. Quinze horas de viagem pra ir mais quinze para voltar. Só permaneci na cidade por no máximo 12 horas.
Tudo isso pra ir numa festa, a festa de 1 ano do JMC.
Todas as pessoas legais foram junto comigo até o Terminal Rodoviário na hora de eu ir embora. Lembro me que meu ônibus estava partindo e eu devia me despedir da galerona rapidamente.
Nesse momento o Paulo estava comprando Toddynho numa daquelas máquinas de cidade grande e Marco Aurélio estava junto ao lado mostrando o funcionamento da tal máquina cuspidora de achocolatados.
Fui até o local e bati no ombro de Marco Aurélio (que havia me hospedado em sua casa) e, com a mais pura demonstração de afeto, simplicidade, ingênuidade e agradecimento disse:
– Negão! Obrigado por tudo.
E ele, como um grande filho da puta, respondeu:
– Que isso moskito! Eu só pus a cabecinha.
Lamentável.
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