¿dequejeito?

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quarta-feira, 19 de novembro de 2003

Resenha faixa a faixa - Br’oz
Depois de colocar no aparelho a bolacha dos garotos do SBT, é chegada a hora de avaliar as músicas. Se você não tiver saco para ler tudo, pule direto para as opiniões lá embaixo.

O CD do Br’oz começa com a faixa Intro Popstars. Essa faixa é aquela que serve pra ocupar tempo, uns sonzinhos eletrônicos bate-estacas bestas sem finalidade nenhuma, a não ser dar uma introdução à segunda faxia, a música de trabalho Tudo que você quiser. Esta já tocou bastante na TV durante os programas para avaliação dos “músicos”. Mas quando a agulha pula para a faixa 3 é que o álbum esquenta.

Quem nunca se pegou num momento de distração cantando o sucesso Prometida? “Sim, sim, sim, esse amor é tão profundo”. Empolgante e carismática esta música é uma versão de uma outra que não lembro o nome agora. A grande responsável pelas vendas de CD’s do Br’oz, segundo o ambulante Juan Pablo, que me vendeu esta cópia.

A música Quando o dia acabar é uma coisa meio KLB, ideal para causar ataques fulminantes que levam à morte nas fãs mais maníacas. Logo após chega Por um olhar: um jeito meio brega, uma batida de rap e um vocal com exageros no flanger. Todo mérito do responsável pela mesa de som.

A faixa seis é Só diversão, uma música contagiante com uma introdução ao estilo de Lulu Santos, backings do Jota Quest e a sonoridade totalmente inspirada em Jorge Vacilo.
Deixando de lado a diversão chegamos á Amadeus, scratchs e sintetizadores para contar a história de Amadeus, um pianista punk que tirava as roupas das mulheres somente com uma nota musical. Boa letra.

Pra te fazer cantar é uma canção com sonoridade cigana, algo como Rick Martin, se não fosse as interrupções rimadas em hip hop colocadas ali no meio. “Já me liguei qualé a levada, sou MC que vem da quebrada”.

As meninas do Rouge participam da música Por Amor. Não consegui ouvir essa canção pois seu início é muito chato e pulei logo para a faixa de número 10 - Só nós dois. O estilo Back Street Boys dos garotos do Br’oz vem todo para fora nesta canção. Muita atitude nos vocais, como se xingassem os ouvintes. Tudo muito batido e sonorizado para dar a continuidade com Preciso: Bom, nessa faixa, se você fechar os olhos e imaginar uma fanta laranja rodopiando na sua frente, vais conseguir ver nitidamente o Jota Quest tocando num palco sem platéia. Incrível.

12. Se você não está aqui começa lento mas empolga durante a levada ao contrário de Só você que começa agitada mas fica melancolica no término ao contar a história de uma rapaz que se sente bem com uma menina. Ninguém nunca cantou sobre isso, hein?

Toda essa chatice para chegarmos a Hoje sou um popstar, que nada mais é que a Intro tocada antes no começo do àlbum acompanhada de uma letra sobre a força que se precisa ter para ser um popstar. “Agora eu canto, agora eu danço, hoje sou seu popstar. Dança comigo, vou te levar pro sonho nunca acabar pois hoje sou Popstar”.

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Opiniões:

“Nunca ouvi nada desses caras, mas eles são uma merda.”
Pedro Nunes, ex-blogueiro

“Acho que tem tudo pra dar certo. Eles são bonitos, talentosos e o grupo tem um nome fera.”
Abossal, cirurgião dentista

“Br’Oz consegue gerar um misto de constrangimento e pena no ouvinte. Você começa a escutar as músicas e fica com um aperto no peito. Em seguida, um nó na garganta e vontade de chorar. Mas o choro não vem de um possível romantismo da letra, e sim da pena que dá desses caras que não param de sorrir por nada no mundo.
Espero que esteja o primeiro e último disco da bunda. Digo, da banda.”

Parodi, do blog Pelezinho Voador

“Vale a pena comprar este CD do Br’oz. Indico meu amigo Juan Pablo, o Ambulante que grava, edita, vende as cópias piratas.”
moskito, apresentador

“Eu vi o FALANDO FRANCAMENTE com eles hoje.”
Rafael Capanema, fã da banda

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo que tinha para se dedicar ao seu verdadeiro dom: os fantoches.

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