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quarta-feira, 22 de outubro de 2003A felicidade é a coisa mais feliz do mundo
Sábado passado foi dia de ir beber até cair em qualquer birosca que estivesse aberta. Por azar, Juliana Kataoka estava comigo e me mandou ir tomar banho antes de pensar em sair de casa.
Após o banho fomos até a microcervejaria local, onde as pessoas não estavam todas nos esperando.
Muita gente bonita e bem arrumada no local. Num canto da casa estava a fabulosa *cof cof* banda Roleta Russa tocando alguns hits da popmusic e uns covers do Reação em Cadeia.
Adentramos o local, eu com minha gravata rosa listra e meu óculos estiloso, que uso es-porra-dicamente para pegar mulher em zona* e ao meu lado Juliana Kataoka vestindo nada, completamente nua.

Wander Wildner (esquerda) e Juliana Kataoka (direita, dã!)
É claro que eu fui o centro das atenções da festa.
Óbvio! Quem iria querer ver uma japonesa pelada se podia ver eu, um cara bodoso bagaraleo.
Enquanto a banda tocava a playboyzada ficava só olhando e deixando um grande espaço frente ao palco. Um ótimo espaço para se praticar a dança de salão.
– Vamos dançar?
– Massa, vamos dançar tango.
Ela se foi o casal mais bonito da balada rodopiando ao som da banda que estava tocando reggae.
Só queria saber porque as pessoas ficavam nos olhando estranhamente e rindo. Oque tem demais dançar tango no meio de 500 pessoas?
E, respondendo alguns e-mails que me foram enviados no domingo: Não, eu não estava drogado!
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