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sábado, 17 de maio de 2003Esque?am o que eu disse
Eu amo todos voc?s e por isso vou postar o Tecladinho.
Fa?am bom proveito!
Nenhum comentárioEsque?am o que eu disse
Eu amo todos voc?s e por isso vou postar o Tecladinho.
Fa?am bom proveito!
Nenhum comentárioEsqueçam o que eu disse
Eu odeio todos vocês com todas minhas forças.
Preconceito
De acordo com os comentários preconceituosos de vocês, comentaristas, podemos encaixar rótulos bem determinados em cada estilo musical ou banda.
Planta e Raiz - maconheiro que usa toca multicolorida e não lava o cabelo.
Legião Urbana - viado.
Nirvana - drogado.
Amado Batista - brega.
Weezer - pseudo indie que curte coisas que mais ninguém ouve.
Björk - pseudo indie que não suporta Björk, mas ouve só para mostrar que é um pseudo indie que curte coisas que mais ninguém ouve.
Iron Maiden - Maníacos Depressivos em geral.
Tim Maia - velhos e idosos (ou similares)
Ramones - boyzinho que se diz punk até os ossos e paga uma de revoltado com o sistema mas usa tênis all star e computadores.
Seus preconceituosos.
É por isso que eu amo vocês =*

OJi eH SeXtA-fELa!!!! IUpi!
DiA di ToMá uM KeeP CoOLeR i fUmá uM mOnTiii di GuDanG!!
Post municipal
(porque existe 4 leitores deste blog que moram na mesma cidade que eu)
Hoje, este blog não comemorará o aniversário do Marco Orelha. Não que ele não mereça. Mas hoje é um dia triste. Hoje é um dia para baixarmos nossas cabeças e refletirmos sobre a vida.
Hoje é o 24° dia de morte de Paulinha.
Paulinha era um traveco que vivia fazendo ponto na frente da agência do Bradesco. Peruca loira, saia justa, voz grossa. Aquele típico ser alvo das zoações dos jovens do interior. Pois num belo dia Paulinha saiu com o “cliente” para dar uma volta de pedalinho num lago local…
… e nunca mais voltou.
Nadou para a morte, como um peixe boi loiro nada para toca.
Afogado(a) junto com o seu último possuidor.
Morreu….
… ou virou purpurina!
Nenhum comentárioUrrruuuull!!!
Arrumei a placa de som deste meu computador do trampo. Finalmente poderei ouvir Wander Wildner, Weezer e Wando (os 3 Dáblios).
Eu já não aguentava mais ouvir reggae.
É porque o computador do woodstock (meu parça aqui no trampo) só toca reggae e as vezes eu to com uns trampos atrasados pra fazer e tenho que faze-los no ritmo do reggae.
É difícil fazer coisas urgentes ouvindo reggae. Parece que você fica mais lento. Se fosse um hardcore ficaria melhor. Mas é reggae.
Tem uns Bob Marley, Rastaroots, uns Chimaroots, uns Planet Roots, uns Pseudosroots e uns BlaBlaRoots (banda de reggae é bem criativa pra escolher nome).
Mas a minha música reggae preferida para fazer trabalhos na marcha lenta é aquela que é mais ou menos assim:
Am Dm Em Com certeza, você já se banhou na queda de uma cachoeira Am Dm Em Am Sentido a sensação da sua alma sendo purificada por inteira.
O tempo voa quando eu ouço isso. 
Saca só!
Certa vez rolou um show do Raul Seixas Cover.
Ok, todo mundo vai dizer que Raul Seixas é uma merda. Fodam-se vocês.
Mas então, todos os fãs do Raulzito foram ao tal show para ver o Cover do cara se apresentar. Quando o ambiente já estava completamente lotado, os seguranças fizeram uma barreira com os braços que cortava o salão todo até o palco. E por este espaço eis que surge ele. O Cover do cara. Uma peruca mal ajeitada na cabeça e uma barba que lembrava mais o Lula do que o Raul.
Bom, mas o oque interessa é o som dele, né?
É! Isso mesmo. Ele subiu no palco onde a banda já o esperava em formação e ficou de costas para o público. Todo o público esperava que ele se virasse e dissesse um caloroso “Boa Noite” mas para surpresa e espanto de todos ele se virou subitamente em direção ao povão e largou: “Subi no muro do quintal e vi uma transa que não é normal…” e a banda começou a acompanhar.
Ok, “Tudo Bem” (todos pensaram). Ele acaba de cantar Rock das Aranhas, que por sinal foi muito mal escolhida para abrir o show, e vai se apresentar e trocar uma idéia com o público.
Terminando a aracnomusic ele se virou de costas para o público novamente e assim ficou por uns minutos enquanto a banda afinava instrumentos e o tecladista trocava o som do seu teclado Cásio.
Novamente voltou-se rapidamente para o público presente e já começou a cantar outra música. A galera começou a vaiar mas ele não dava bola. Mais importava o estado da sua peruca na cabeça do que a opinião do público.
E assim continuou por longas 12 músicas. Sem falar nenhuma sequer palavra, a não ser as que estavam nas letras das canções. Sempre virando-se de costas quando a música acabava e voltando a ficar de frente para cantar.
Ao fim da 12ª música ele pegou o microfone e disse como que num milagre: “Obrigado pela presença pessoal. Tchau!”. Porém alguns insatisfeitos no recinto (todos) começaram a gritar: “Pedro! Pedro! Pedro! Pedro!” para que o pseudo Raul Seixas cantasse uma última canção. Para que o senhor Raul Seixas Cover cantasse “Meu amigo Pedro” e fizesse as pessoas ali presentes um pouco mais felizes.
Raulzito Cover pega o microfone e diz:
“Ae, tem um pessoalzinho ae que tá pedindo uma última música antes do show acabar. Nós vamos tocar então!”
Se virou de costas para o público e ao toque de 3 baquetadas da bateria ele se vira repentinamente para frente e começa a cantar: “Subi no muro do quintal e vi uma transa que não é normal…”
Broxante. =/
Nenhum comentárioOi, meu nome é Gabriel Lucca. 19 anos.
E você?
Ele é o Teobaldo! que aparece nesta foto com toda sua cabeleira de dar inveja ao palhaço Krusty. No plano de fundo aparece eu fazendo um biquinho sensual como se dissesse: “Bate a porra dessa foto logo, Coelho Rosa!”.
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moskito, tu esqueceste que hoje é 13 de Maio? \o/
Tem que falar da Abolição!
Letícia
Mas não é que é mesmo.
A Abolição.
Quando eu era mais novo eu me preocupava com as coisas. Eu penteava o cabelo para ir à aula, por exemplo. Quer dizer, não penteava. Mas o arrumava para evitar que ele ficasse muito feiosão quando eu chegasse na faculdade.
Depois que eu comecei a trabalhar eu não dei mais bola para isso. Chegando muitas vezes na aula com o cabelo totalmente esculhambado e sendo alvo de comentários maldosos dos colegas.
Mas eu dou bola para isso?
Antes eu dava (ui) mas agora não tô mais nem aí. Que se foda! O estilo é algo próprio e eu tenho o meu. Quando fiz a ?dequejeito? tour em Encantado eu sofri um tipo de preconceito. Na verdade não foi bem um preconceito. Foi mais um rótulo.
Meu primo me apresentou pros amigos deles. Depois de 12 minutos de conversa um dos caras me larga, na cara dura:
– Mas tu curte um beck, né?
– Ah! Claro! Aquela música do “I’m Loser Baby” é legalzona!
– Hein? Rapaz, to falando duma erva!
– Chimarrão?
– Maconha, mané!
– Ah…
– Eu sabia! Tu tens mó cara de maconheiro.
– Cara?
– É, cara não. Mas teu cabelo te entrega. Seu maconheirão!
Sacam. Cabelo de maconheiro. Isso sim é uma coisa foda.
É só não pentear o cabelo.
Ah! Sim a abolição!
Princesa Isabel era uma boa pessoa.
Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo que tinha para se dedicar ao seu verdadeiro dom: os fantoches.
Pessoas que pagam muito caro para aparecer aqui.
Coisas do tempo em que o autor ainda era macho.